
A balada vem de rastos, tocou e não foi ouvida. Deitou.se no meu regaço e provou o veneno do meu corpo. Adormeceu com uma balada envenenada. Dança dormente que agita os corpos esgaziados de fome auditiva. Dá-me som para ouvir, não para o sentir.È o desencaixe perfeito. Onda contra onda, sopro por sopro fazem chegar a mim calamidades destemidas. Estanco as palavras no meu eu e faço-as percorrer caminhos até á minha memória. Segue-se o paradoxo da mente, “lembrar para esquecer”. Ouve a batida. Sente as palavras. O volume aumenta a intensidade, amplifica momentos tornando-os inesquecivelmente inesqueciveis apesar de se esquecerem. Será que nos lembramos apos a morte? Perguntas corruptas invadem as mentes. Perguntas disparadas sobre forma de dúvidas persistentes que insistem em ficar. Ninguém responde não por não saber, mas sim por não ouvir.
eu queria comentar coisas... mas não há nada de novo desde a ultima vez que cá vim...
ResponderEliminarvery fine indeed..xD
ResponderEliminarmenina cucu anda xalada da cabeça..:P